
Duas guerras sem final à vista e milhões de cadáveres depois (entre eles os de mais de 5 mil soldados americanos mortos, 4343 no Iraque e 824 no Afeganistão), os Estados Unidos de Barack Obama tentam distanciar-se ao menos da histeria belicista disseminada pela dupla Bush-Cheney. Como desta vez o ritual anual na área do WTC foi bem comportado, pode-se ainda fingir que não persistem as teimosas especulações paranóicas sobre suposta cumplicidade do governo anterior.
O artigo é de Argemiro Ferreira. In Carta Maior.

Um comentário:
Prof. Vanderlei, sei não. Bush realmente era o representante do coisa-ruim na Terra, mas Barack não anda me convencendo não, viu? Tenho de concordar com articulista Argemiro Ferreira. Tenho alguns amigos nos EUA, e o que ele estão me contando acerca do governo de Barach não anima nada...
abs, BOM DOMINGO!
Postar um comentário