Reflexões

"A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, mas a estupidez dura para sempre." (Aristófanes, séc. IV a.C .)

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Março 07, 2012

Mulheres do PSOL no Dia Internacional de Luta das Mulheres

Não há vida digna para as mulheres com violência e sem direitos

O PSOL vem às ruas novamente neste Dia Internacional de Luta das Mulheres para reafirmar que a luta contra o machismo e o capitalismo se faz todo dia. Resistindo e denunciando toda forma de violência sexista, a opressão e o controle sobre nossos corpos e decisões. Almejamos uma sociedade socialista e livre, na qual as mulheres tenham vez e voz, superando definitivamente a opressão de gênero e de classe.
"É nesse contexto que denunciamos e combatemos a violência sexista, resultante  da ideologia machista e patriarcal que considera a mulher um ser menor, sem direitos, subalterno. Essa violência se repete diariamente e moldou um comportamento de aceitação e trivialidade que nos indigna. Ela se expressa nos vários  tipos de violência que se impõem sobre as mulheres, seja a violência física, simbólica, patrimonial, institucional,  seja a violência estrutural do sistema capitalista que retira direitos essenciais como saúde, educação, moradia, previdência social, em nome da manutenção do lucro do  grande capital".
 
 
Se no primeiro mandato da presidenta Dilma houve, já no primeiro mês, cortes de orçamento em áreas sociais importantes para a vida das mulheres, hoje vemos em curso a consolidação de uma política de saúde da mulher vinculada à sua função procriativa e que criminaliza o aborto, como é o caso da Rede Cegonha, da sanção da MP557 (Cadastro de Gravidez) e a nomeação do Senador Marcelo Crivella, principal figura pública da bancada pró-vida no senado, para o Ministério da Pesca.Infelizmente, pautas das mulheres e LGBTs, como a PLC 122 e o kit anti-homofobia, são utilizadas como barganha com a bancada conservadora, evidenciando que o governo petista está do lado dos corruptos e do empresariado brasileiro, desenvolvendo o capitalismo brasileiro e não se preocupa em extinguir as estruturas de sua exploração e opressão.
 
 
Com o recrudescimento da violência machista em nosso país, que vem causando o aumento de assassinatos de mulheres vítimas de seus companheiros ou de homens da família, assim como os casos de estupro de mulheres em transportes públicos e lesbofobia, torna-se urgente a implementação do Pacto de Enfrentamento à Violência contra Mulher. Porém, com os cortes nos orçamentos federal e estaduais, não se garante a infra-estrutura e investimentos mínimos necessários para assegurar o funcionamento eficaz da Lei Maria da Penha, o que poderia garantir a vida e integridade física de milhares de mulheres brasileiras.
 
Por outro lado, a violência estrutural existente em nossa sociedade também trás, consigo, um viés de gênero e de raça. As mulheres negras e indígenas são maioria nos movimentos de luta por moradia e nas comunidades e territórios apropriados pelo setor privado, assim como pelo poder estatal. É com a utilização do aparato policial e judiciário, que o governo Dilma e diversos governos estaduais promovem remoções forçadas nessas comunidades e territórios para destiná-los às obras da Copa do Mundo, às obras do PAC e obras de especulação imobiliária em geral em várias partes do país, principalmente Amazônia e no semiárido nordestino. Um exemplo grave desse tipo de violência foi o ocorrido em Pinheirinho, cidade de São José dos Campos, e o que se anuncia novamente no Quilombo Rio dos Macacos, na Bahia. Outros casos como esses se repetem em várias cidades que sediarão a Copa e em vários territórios indígenas e camponeses com as obras de Belo Monte, da Transposição do Rio São Francisco, entre outros.
 
Nesta conjuntura tão adversa, é preciso construir o protagonismo feminista e socialista nas lutas e na denúncia das violências sofridas pelas mulheres e pelo conjunto da classe trabalhadora brasileira. A atualidade do Dia Internacional de Luta das Mulheres, que foi inaugurado pelas mulheres russas em 1917, se expressa no enfrentamento da desigualdade de classe e entre homens e mulheres, da violência sexista e dos valores patriarcais ainda tão cristalizados em nossa sociedade. É por isso que as mulheres assumiram o protagonismo em vários movimentos e insurreições por todo o mundo. É por isso que o 8 de março segue sendo uma inspiração na luta feminista do PSOL para continuar lutando por socialismo e liberdade!

Março 05, 2012

CARTA MAIOR

Em busca de novos ventos para o campo brasileiro
 
 
Moradores da Patagônia chilena denunciam forte repressão policial

REBELIÓN


Europa
Putin regresa al Kremlin con una amplia victoria electoral

Mundo
Netanyahu puede calcular que un ataque en temporada de elecciones forzaría a Obama a apoyar una guerra para no rebajar sus probabilidades de reelección
¿Prepara Israel el terreno para una tragedia?
Conn Hallinan

África
El colonialismo en África ayudó a que se extendiera hace un siglo la epidemia del virus de inmunodeficiencia humana (VIH)
Craig Timberg y Daniel Halperin

Bolivia
Entrevista a Ignacio Ramonet, director de Le Monde Diplomatique
"Los medios asumen la función de oposición política"
Rubén D. Atahuichi López

Colombia
Manifiesto por la paz, hasta la última gota de nuestros sueños

Opinión
Reaccionarios, católicos y conservadores
María Toledano

Mundo
Un planeta desordenado
La seguridad gafe en el siglo XXI
Rafael Poch de Feliu

Europa
Lo que Grecia puede aprender de Argentina
César Chelala

Fevereiro 29, 2012

Os assassinos do projeto social democrata europeu

O artigo é de J. Carlos de Assis.
CARTA MAIOR
 
 
O impasse sírio
O artigo é de Immanuel Wallerstein.
CARTA MAIOR

Sobre a Síria: A batalha de propaganda e outras batalhas

 O artigo é de Alain Gresh, do Le Monde Diplomatique.
CARTA MAIOR

Occupy Wall Street revela poder da 'nova classe trabalhadora'

CARTA MAIOR

Fevereiro 24, 2012

Rebelion


Europa
Durante 10 años Grecia fue uno de los cinco mayores importadores de armas del mundo
Vendedles tanques y luego llamadlos manirrotos
Patrick Cockburn

Otro mundo es posible
Entrevista a Jean Ziegler, ex relator especial de las Naciones Unidas sobre el derecho a la alimentación
"El hambre es obra de las personas y la humanidad puede eliminarla"
Éric Toussaint

Cultura
El irresistible ritmo populista de la Fundación Robo
Arturo Ochoa

EE.UU.
Vivir a costa de la miseria latina
¡Ya os esforzasteis bastante! ¿Por qué no os divertís?
Rodolfo F. Acuña

Opinión
Carta a una periodista
Jean Bricmont

Venezuela
Chávez, el pueblo venezolano y el futuro
Ángel Guerra Cabrera

Palestina y Oriente Próximo
El impasse sirio
Immanuel Wallerstein

Colombia
Profundizando el modelo neoliberal
El TLC UE-Colombia-Perú legalizará el expolio en los países suramericanos
Mauricio Vidales

Grécia: país hipotecado transformado em protetorado

CARTA MAIOR

As novas condições estratégicas no Oriente Médio

O artigo é de Francisco Carlos Teixeira. 
CARTA MAIOR

Audiência pública debate drama de 6 mil desalojados de Pinheirinho

CARTA MAIOR

Fevereiro 15, 2012

PUNTO FINAL


Observatorio Político
Autor: Manuel Salazar Salvo
El presidente Sebastián Piñera, agobiado por la constante caída en las encuestas, ha estado recabando opiniones en forma pública -pero también muy reservada- sobre cómo efectuar un nuevo giro en su gobierno y proponer al país un paquete de reformas destinado principalmente a los estratos medios de la población.
En 2011, el mandatario debió asumir que se equivocó al intentar gobernar sólo con técnicos y académicos “de excepción” y, en un primer gran viraje, convocó a su gabinete a políticos avezados como Andrés Allamand, Evelyn Matthei, Pablo Longueira y Andrés Chadwick.
Autor: Alvaro Ramis
Si volviéramos a leer lo que publicaba la prensa internacional sobre América Latina y Europa hace una década, notaríamos una extraña ilusión óptica. A inicios de 2002 abundaban los analistas que auguraban para Latinoamérica un inevitable retroceso democrático y una pronta debacle económica. Los vientos soplaban hacia la Izquierda y los editorialistas de la “prensa seria” no podían augurar nada bueno.
Triunfadores
Autor: Karen Hermosilla
No entiendo porqué muchos creemos que la militancia con alguna causa debe ser seriota, triste y desde la perspectiva del perdedor. La verdad es que por muy “moral” (cristiana) que esta sea, no tiene porqué hacernos víctimas en tan importantes lides (que desde antes de sortear se dan por perdidas). Cada vez me encuentro con más gente que se enfurece cuando veo el lado más juguetón a las cosas, y eso, obviamente no me pasa sólo a mí, sino que a millones de jóvenes y menos jóvenes que en el mundo asumen una postura libre para enfrentar los desafíos.
Miguel Bonasso desnuda siniestra trama de negocios y política en Chile y Argentina
Autor: Gonzalo León
Miguel Bonasso fue peronista, montonero y fundador del Partido por la Revolución Democrática. En 2003 llegó al parlamento argentino y Néstor Kirchner, con quien le unía una estrecha amistad al igual que con la actual presidenta, le ofreció la Presidencia de la Comisión de Recursos Naturales y Conservación del Ambiente Humano, cargo que ocupó hasta diciembre pasado. Desde allí promovió la defensa de los intereses del medioambiente, a través de la ley de bosques y de la ley de glaciares, que fue vetada por la presidenta Fernández.
Las “historias” de Sergio Villegas
Autor: Carlos Orellana
El libro Historias de monos y de brujos, que acaba de publicar LOM, es uno de los textos literarios más perfectos que se hayan escrito en Chile. Sin embargo, es uno de los más desconocidos. Se publicó por primera vez en 1991 con el sello de Emisión, pero no tuvo más eco que el que, muy mínimamente, lograron inducir sus editores. Le ocurrió aquello que Nicanor Parra ha descrito, con el escepticismo corrosivo que le es propio, “primera condición de toda obra maestra: pasar inadvertida”.
Autor: Cecilia Remón
Ollanta Humala se sacó la careta y decidió apartar de su gobierno a todo el sector de centro e Izquierda que fue clave para asegurar su triunfo el 5 de junio y con el que gobernó desde el 28 de julio. Pareciera estar aplicando ahora el programa de gobierno de los perdedores. A ese efecto, ha nombrado ministros a quienes manifestaron públicamente que votarían por Keiko Fujimori, hija del encarcelado ex presidente Alberto Fujimori.

Pátria Latina


Apolônio e Renée









A Grécia como um modelo em escala para a Europa

O artigo é de J. Carlos de Assis.

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CARTA MAIOR

Fevereiro 09, 2012

PÁTRIA LATINA











 
 
 
Uma história do Brasil sem Miséria
O artigo é de Katarina Peixoto.
CARTA MAIOR

Empresa desaloja pequenos agricultores com o pretexto de crime ambiental

CARTA MAIOR

Grécia à beira de uma nova onda de protestos sociais

O artigo é de Eduardo Febbro, direto de Atenas.
CARTA MAIOR

Janeiro 30, 2012

Pátria Latina








Avessos do desenvolvimento: Estado, mercado e povos indígenas

O artigo é de Andrey Cordeiro Ferreira.
Carta Maior

Ilha das flores