"Não há estrada real para a ciência e só têm possibilidade de chegar aos seus cumes luminosos aqueles que não temem cansar-se a subir as suas escarpadas veredas" (Karl Marx - 1872)
Reflexões
"Instruí-vos, porque precisamos da vossa inteligência. Agitai-vos, porque precisamos do vosso entusiasmo.
Organizai-vos, porque carecemos de toda a vossa força".
(Palavra de ordem da revista L'Ordine Nuovo, que teve Gramsci entre seus fundadores)
março 30, 2008
Blog, anonimato?
O evangelho segundo o PCB pentecostal
2. Compactuará com os designeos da família Barros.
3. Participará da derrota do povo para a elite maringaense
4. Comungará com os príncipios Deus, propriedade e família.
5. Falarás Deus é comunista.
6. Trabalharás em defesa da propriedade capitalista.
7. Afirmará que os pobres comerão o pão que o diabo amassou.
(semana que vem tem mais "mandamentos".
março 29, 2008
Tudo que é sólido se transforma em pó
PMDB, dois senhores
março 28, 2008
Max Altman: "Inconformados, desolados, consternados"
Foi deflagrada a paz em Santo Domingo pela cúpula do Grupo do Rio. A Folha de S. Paulo, seus colunistas da página 2 e repórteres da editoria Mundo não se conformam. A linha editorial é que os problemas nas fronteiras – que, por sinal, datam de décadas – persistem, são graves, as ações das Farc transbordam as fronteiras, são apoiadas e financiadas por Venezuela e Equador, e o comportamento militarista de Chávez pode ser o estopim de uma confrontação bélica.
Por Max Altman
Exagero? Leiam esse trecho do editorial deste domingo, 9: “O caudilho [Chávez] já havia classificado como legitimamente "bolivariana” a delinqüência sanguinária das Farc. No decorrer da crise, suas ameaças e bravatas encaminhavam-se no rumo de insuflar as hostilidades contra o governo colombiano, cujas ligações com a administração George W. Bush perturbam seu projeto de hegemonia na região.” O esquema de pensamento é simples: “guerra preventiva” contra o terrorismo das Farc e quem as abriga. E se algum aliado bolivariano dos delinqüentes sanguinários e hostil ao governo colombiano quiser impor sua hegemonia na região, chamemos o Bush para resolver a questão.
O Estado de S. Paulo, seus editorialistas, especialistas em armamento e estratégia militar, experts escolhidos a dedo, estão desolados. Insistem em dizer que uma organização criminosa, as Farc ‘por supuesto’, dedica-se há décadas à desestabilização do regime democrático colombiano – nenhuma menção ao paramilitarismo nem ao genocídio político da União Patriótica – e seria necessário um esforço internacional conjunto para uma definitiva vitória contra as Farc. Nenhum país de nossa região e país algum do resto do mundo se ofereceu a este esforço. Exceção: os Estados Unidos do presidente Bush. Hipérbole? Leiam esse excerto do editorial do domingo, 9: “As causas da crise continuam intocadas. Elas se resumem ao apoio que os atuais governos da Venezuela e do Equador têm dado às Farc – o caudilho Hugo Chávez, porque o governo de Álvaro Uribe é um obstáculo a seu projeto de transformar os Andes num quisto socialista, e Rafael Correa, porque anda a reboque de Chávez.” Quisto socialista, ‘that’s the question’.
A Rede Globo, seus apresentadores e âncoras, os estrategas militares, ex-embaixadores em Washington dos tempos da submissão, catedráticos, uma espécie de pitonisas, de relações internacionais e de Direito Internacional, estão consternados. Diante das câmeras exigiam nada menos que o extermínio das Farc e o enfrentamento bélico de quem se atrever a ajudá-las, em nome do ‘direito à perseguição’. Nada de soberania que este é um conceito ultrapassado, e quem a pôs por terra foram os insurgentes, os rebeldes, os guerrilheiros, modernamente chamados genericamente de terroristas.
Inconformados, desolados e consternados – e defendendo as mesmas posições - estão os grandes veículos de comunicação televisivos e rádios-eletrônicos dos diversos países, independente da atitude de seus governos. Foxnews, CNN, El Tiempo de Bogotá, El País de Madrid, El Nacional de Caracas, El Deber de Santa Cruz, La Nación de Buenos Aires, El Mercúrio de Santiago, Diário Hoy de Quito, e por aí vai.
Quem pôde acompanhar pela Telesur a transmissão integral da sessão do dia 7 de março da Cúpula do Clube do Rio assistiu – diante das imagens não cabe a menor dúvida – ao presidente dominicano Leonel Fernández propor, logo após a intervenção do presidente Chávez, e citando nominalmente ao chefe de Estado venezuelano, que os litigantes se dessem as mãos e encerrassem a crise. Foi aí que se viu o presidente Uribe, que por sinal defendeu com competência e ardor as suas posições, dizer que não era homem de egos e levantar-se para seguir em direção a Correa, depois a Chávez e depois a Ortega para os apertos de mão e abraços. Só depois desta cena é que uma comissão de presidentes pôde redigir a declaração de Santo Domingo que reafirmou o respeito à inviolabilidade da soberania de um país, que deu garantias de que ações como esta não se vão repetir, que recebeu da Colômbia desculpas formais pelo episódio e que registrou que os países devem se opor aos grupos irregulares.
A repercussão do episódio não demorou a surgir. O presidente do Peru, Alan Garcia, figadal adversário de Chávez, reconheceu que o presidente venezuelano foi um dos protagonistas do bom acordo e aproximação dos presidentes do Equador e da Colômbia. O chanceler dominicano, Carlos Troncoso, disse que Chávez se comportou como verdadeiro pacifista. Mais longe foi o secretário-geral da OEA, Insulza, ao afirmar que a intervenção do presidente Chávez foi bastante decisiva e tremendamente construtiva. Recordou que Chávez havia dito coisas muito duras nos dias anteriores, porém nesta oportunidade fez um pronunciamento extenso, ponderado, reflexivo, muito conciliador e acredita que isto teve um papel muito importante.
No dia seguinte, tendo ao lado a mãe de Ingrid Betancourt, Chávez roga pela televisão a Marulanda deixar livre esta refém e reafirma que continua disposto a continuar ajudando na libertação de todos os seqüestrados e pela paz na Colômbia. Em outro momento, ordenou que os 10 batalhões deslocados para a fronteira regressassem aos seus quartéis, que fossem restabelecidas as relações com o vizinho país e que o comércio na fronteira com a Colômbia fosse imediatamente normalizado, a ponto do ministro da Fazenda de Bogotá, Oscar Zuluaga, ter declarado que “os fluxos comerciais de 6 bilhões de dólares com a Venezuela e 3,5 bi com o Equador ao ano são realidades que se devem normalizar rapidamente. Serão imediatos os resultados econômicos após os acordos entre os presidentes Uribe, Chávez e Correa.
Convém ressaltar a proposta do presidente Rafael Correa, após a tensão dos dias de crise, de criar um novo organismo continental, sem os Estados Unidos. “Um dos problemas de que a OEA pudesse avançar mais rápido é que os Estados Unidos queriam bloquear todas as tentativas de resolver a questão em favor do Equador. Em um só dia em Santo Domingo se resolveu a crise e vejam a OEA quanto tempo vai tomar”.
Pela primeira vez na história da OEA, que tem sede em Washington, a participação dos Estados Unidos foi rigorosamente marginal. Em Santo Domingo, num ambiente latino-americano, em meio à discussão franca e direta, uma solução pacífica ao conflito foi encontrada. Trata-se de uma vitória histórica dos países da América Latina, de sua soberania e autodeterminação, da paz entre povos irmãos, um marco a clamar ‘somos os donos de nosso nariz’, de insubmissão aos tradicionais desígnios de ingerência e intervenção do Império norte-americano e uma derrota da doutrina Bush de tentar internar em nossa região os conceitos de “guerra preventiva”, do “direito à legítima defesa”, do “assassinato seletivo”.
A continuidade das relações entre Colômbia, Venezuela e Equador, bem como entre os demais países de nossa América Latina, depende agora do fiel cumprimento da Declaração da XX Cúpula do Grupo do Rio. A constituição de um grupo de países amigos para concretizar a paz e colocar estas relações no melhor lugar, do ponto de vista político,social, cultural, econômico e diplomático, viria bem a calhar. Os nossos povos e nações somos fraternais, queremos a paz. Desejamos mais além da integração, a união e tudo o que possa trazer de progresso e avanço social.
In www.vermelho.org.br
Congresso de ex-presos e perseguidos Políticos exige abertura dos arquivos da ditadura

Por Brunna Rosa [Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2007 às 13:13hs]
O I Congresso de Ex-Presos e Perseguidos Políticos em São Paulo, nos dias 13 e 14 de dezembro, homenageou militantes históricos, exigiu a abertura dos arquivos da ditadura militar e anunciou o Encontro Nacional de Ex-Presos e Perseguidos Políticos, em 2008, no Congresso Nacional.
Idealizado pelo Fórum Permanente dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo, o encontro foi marcado por reencontros de militantes das diferentes alas da esquerda atuante pela redemocratização do país e enfatizou a importância do resgate histórico do período do regime militar e suas conseqüências para a sociedade, como alerta contra novas violações dos direitos humanos, semelhantes às ocorridas à época no Brasil.
“A história constantemente escondida leva à impunidade e isso precisamos mudar”, enfatizou Raphael Martinelli, coordenador do evento sobre o apoio da Comissão Estadual de Ex-presos Políticos. “Por outro lado, reconhecemos os esforços das secretarias e de seus dirigentes pelo que fizeram em favor de nossos direitos”, completa. Criada pela lei 10.726/01, a Comissão é composta por 27 representantes de entidades de direitos humanos, entre elas as secretarias de Justiça e da Segurança Pública de São Paulo.
Arquivos Uma das principais reivindicações dos movimentos é abertura dos arquivos da ditadura. O assunto é delicado, mas crucial para a construção da história do país, como afirma o promotor público Marlon Weichert. Para ele, é necessário para a consolidação da democracia no país a “construção da verdade, através da abertura dos arquivos, a responsabilização dos culpados, para inibir a cultura da impunidade, a reparação as vítimas da ditadura, através das indenizações e a reforma na estrutura do Estado, para evitar repetição da barbárie”.
O evento também homenageou diferentes atuações frente a ditadura militar, como a de Carlos Marighella, Perseu Abramo, Maria Amélia Teles, Carlos Lamarca, Pedro Lobo, Dulce de Sousa Maia, Idibal Pivetta entre outros.
Revista Fórum
março 27, 2008
Pesquisa eleitoral: o resultado adverso
Centralismo democrático

março 24, 2008
PADRE AGRIDE MULHER EM MISSA!!
O limite das relações entre as pessoas na sociedade. A falta de valores humanos leva a reações de extrema violência. Esse é o cotidiano da sociedade corrompida em seus valores.
março 23, 2008
Reflexões marxianas
A burguesia, lá onde chegou à dominação, destruiu todas as relações feudais, patriarcais, idílicas. Rasgou sem misericórdia todos os variegados laços feudais que prendiam o homem aos seus superiores naturais e não deixou outro laço entre homem e homem que não o do interesse nu, o do insensível "pagamento a pronto". Afogou o frémito sagrado da exaltação pia, do entusiasmo cavalheiresco, da melancolia pequeno-burguesa, na água gelada do cálculo egoísta. Resolveu a dignidade pessoal no valor de troca, e no lugar das inúmeras liberdades bem adquiridas e certificadas pôs a liberdade única, sem escrúpulos, de comércio. Numa palavra, no lugar da exploração encoberta com ilusões políticas e religiosas, pôs a exploração seca, directa, despudorada, aberta.
Karl Marx
Reflexões marxianas
Ser capitalista significa ocupar na produção uma posição não só puramente pessoal, mas social. O capital é um produto comunitário e pode apenas ser posto em movimento por uma actividade comum de muitos membros, em última instância apenas pela actividade comum de todos os membros da sociedade.
O capital não é, portanto, um poder pessoal, é um poder social.
Se, portanto, o capital é transformado em propriedade comunitária, pertencente a todos os membros da sociedade, a propriedade pessoal não se transforma então em propriedade social. Só se transforma o carácter social da propriedade. Perde o seu carácter de classe.
Karl Marx
Reflexões marxiana
A vida social é essencialmente prática. Todos os mistérios que seduzem a teoria para o misticismo encontram a sua solução racional na práxis humana e no compreender desta práxis.
Karl Marx
março 21, 2008
Dia Internacional contra a Discriminação Racial
Antena da Raça Por Marco Frenette A África é um horizonte sem fim. São mais de 30 milhões de metros quadrados. São 53 países. São 850 milhões de pessoas. A África também é um poço infindável de sofrimento
Do apartheid da raça para o do dinheiro Por Anselmo Massad
Dia 10 de junho, a imprensa mundial mostra sul-africanos tomando as ruas do país para comemorar a escolha da sede da Copa do Mundo de Futebol de 2010. Fala-se de um povo unido comemorando a conquista, mas as imagens praticamente mostram apenas negros dançando e cantando.
Doutor em administração pela USP,Helio Santos é um dos principais intelectuais negros do Brasil. Atento estudioso da questão racial, suas análises são carregadas de um tom radical muitíssimo bem sustentado. Nesta entrevista, Santos vincula o subdesenvolvimento brasileiro à condição do negro na sociedade. E para promover a inclusão que as ações afirmativas são emergenciais no país.
A História que não é contada Por Brunna Rosa
Após cinco anos da sanção da lei no 10.639/03, que institui o ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana na educação pública e privada em todo o país, especialistas acreditam que ainda há muito o que avançar na área
Reverter a desigualdade histórica Por Anselmo Massad
A defasagem na inserção de negros no mercado de trabalho tem ligação direta com a educação. Empresas, entidades e governo defendem a adoção de ações afirmativas como uma das principais formas de enfrentar a questão
A gente não se vê por aqui Por Juliana Cézar Nunes
Quilombolas contestam cobertura feita pela Globo e prometem barulho no dia 5 de outubro
Sistema é recente nas universidades brasileiras, mas já dá ótimos resultados, contrariando aqueles que ainda se opõem a esse tipo de ação afirmativa
Negros ganham voz em programas de rádio Por Redação
Situação dos afrodescendentes no Brasil é tema de série de programas de rádio distribuídos gratuitamente na internet
O que Durban reessalta e advoga é a necessidade de uma intervenção decisiva nas condições de vida das populações historicamente discriminadas. A opinião é de Sueli Carneiro, uma das delegadas brasileiras na conferência anti-racismo realizada na África do Sul
As medidas prioritárias Por Brunna RosaValter Roberto Silvério, presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros, explica por que parte da sociedade ainda resiste a mudanças na legislação e à elaboração de política públicas que combatam a desigualdade racial no Brasil
As muitas lutas de Diogo Silva
Por Glauco FariaO vencedor do primeiro ouro do Brasil nos Jogos Pan-Americanos é mais do que um esportista vitorioso. É dono de uma trajetória admirável e de uma consciência política diferenciada

http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=2339
Sobre o Professor
Professor não é, certamente, apenas aquele que ensina em determinada área específica, professor é também aquele que atua na instituição social, política e cultural, que é a escola, participando (consciente ou inconscientemente, de maneira competente ou não) das lutas políticas que se travam nela e por ela, e das experiências sociais e culturais que se desenvolvem no contexto escolar – lutas e experiências que ensinam tanto quanto (ou mais do que?) as áreas específicas em que ensinam. [...] Muitas são as dimensões do profissional professor [...]; sua formação deve, pois, abranger todas essas dimensões. Formar o professor não é apenas qualificá-lo em uma área específica, capacitá-lo teórica e metodologicamente para ensinar determinado conteúdo, mas é também formá-lo para enfrentar e construir a ação educativa escolar em sua totalidade. (M. André)
março 19, 2008
A maior manifestação de professores de sempre
100 mil professores na rua. Portugal foi palco de luta em defesa da educação. Os governos estaduais no Brasil precisam ouvir os professores. As lutas do magistério deverão ser desencadeadas pela por reajustes salariais.
Marcha da indignação- professores 080308
É uma demonstração de unidade em torno da educação. Brava gente lusitana...
PROMOÇÃO DO FEUDALISMO TIBETANO
A estratégia delineada em N. Delhi previa uma marcha de exilados e protestos dentro do Tibete, sempre com financiamento ciático. Está tudo a ser seguido ao pé da letra. A orquestração nos media que se dizem "de referência" não podia, é claro, deixar de faltar.
IN, RESISTIR.INFO
março 16, 2008
As margens
Nada é impossível de Mudar
O Analfabeto Político
março 15, 2008
Cabe indagar?
Reflexões marxianas
Pérolas BUSHIANAS
Você decide, se quiser.

março 14, 2008
A objetividade da História
Objetivos do PSOL(artigos 6° e 7° do Estatuto)

Art. 7º - Coerente com o seu Programa, o Partido SOCIALISMO E LIBERDADE é solidário a todas as lutas dos trabalhadores do mundo que visem à construção de uma sociedade justa, fraterna e igualitária, incluindo as lutas das minorias, nações e povos oprimidos.
março 12, 2008
Azul e Vermelho: a aliança em construção
Os dois partidos, junto com o PT e o PV, firmaram um protocolo de intenções de apoio mútuo. Isto significa que o pré-candidato a prefeito de um dos partidos que estiver em melhores condições de
vencer, deverá receber o apoio dos demais.
Há algumas exceções, como Curitiba, onde todos devem lançar candidatos próprios no primeiro turno. A reunião servirá para discutir as estratégias para as demais cidades onde também há segundo turno além de fazer uma análise política de todo o Estado.
PMDB e PCdoB, como os demais aliados, buscam nestas eleições ampliar as políticas sociais dos governos federal e estadual para todos os municípios.
Os dirigentes também têm em mente na definição das alianças, o fortalecimento das agremiações para a sucessão do presidente Lula e do governador Roberto Requião.
OBS. essa mensagem recebi em meu e-mail.
Feil: 42% dos ricos admitem a tortura policial
Por André Lux [Terça-Feira, 11 de Março de 2008 às 11:09hs]
Brasil: 42% dos ricos admitem a tortura como método policial
Para um quarto da população do Brasil (26%), as forças de segurança têm o direito de apelar para a tortura de presos como método para investigar delitos que os suspeitos podem ter cometido. Mas a distribuição desta porcentagem não é uniforme. Assim, enquanto 42% da fração mais rica dos brasileiros admite esta prática como eficiente, apenas 19% das camadas mais pobres da população concorda com ela. A informação está no diário argentino Clarín, de hoje.
A pesquisa, que se denomina “pesquisa sobre valores e atitudes da população brasileira” foi realizada pelo Ibope, indicou que 68% dos entrevistados consideraram inadmissível a violência contra presos. O estudo tem uma lógica: os setores mais pobres são os que mais sofrem a repressão violenta dos organismos de segurança.
A pesquisa revela também que entre os brasileiros com cursos universitários, a aprovação da tortura chega a 40%.
A pesquisa do Ibope assinala como uma incongruência que a maioria daqueles que apóiam a tortura disseram que respeitam os direitos humanos.
Leia mais aqui.
Como se vê, para os ricos (e brancos) o Capitão Nascimento (foto), anti-herói do filme Tropa de Elite, é o cara. Outro exemplo do famigerado "fascismozinho ordinário" dormitando na subjetividade da nossa classe dominante.
março 09, 2008
Notas sobre o PMDB
É força, ação, aqui é o "ex-partidão"
Vai de PT?
março 07, 2008
Legislativo, qual o caminho?
Mulheres, a hegemonia masculina.
março 06, 2008
A Mídia brasileira e a América Latina
PCB, da luta de classes à reconciliação.
março 01, 2008
Conjecturas sobre o PSBD

PT e PMDB juntos? parece que sim.







